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Hoje Olho-te


Hoje olho-te com a indiferença de um passado distante,
Já não sinto aquele aperto imenso dentro do peito,
Já não sinto o coração a bater descompassadamente,
Já não baixo o olhar, limito-me a seguir adiante,
Já não sinto mágoa, nem dor nem sequer despeito,
Já não sinto tristeza nem choro como antigamente.

Hoje olho-te à distância de um amor imenso
Que foi sem nunca ter sido mais que uma ilusão.

Hoje olho-te à distância e com um sorriso penso
Que és de todas a minha mais doce recordação.

Hoje olho-te à distância e não consigo evitar a saudade
Que a tua simples presença traz à minha memória.

Hoje olho-te à distância e sinto em mim essa verdade
Que me diz que és sem ter sido a minha melhor história!




Poema retirado de : http://poesiaemredeamor.blogs.sapo.pt/31769.html

come what may




Never knew I could feel like this
Like I've never seen the sky before
Want to vanish inside your kiss
Everyday I love you more and more
Listen to my heart, can you hear it sings
Telling me to give you everything
Seasons may change winter to spring
But I love you until the end of time

Come what may, come what may
I will love you until my dying day

Suddenly the world seems such a perfect place
Suddenly it moves with such a perfect grace
Suddenly my life doesn't seem such a waste
It all revolves around you

And there's no mountain too high no river too wide
Sing out this song and I'll be there by your side
Storm clouds may gather and stars may collide
But I love you until the end of time

Come what may, come what may
I will love you until my dying day
Oh come what may, come what may
I will love you

Suddenly the world seems such a perfect place...

Come what may, come what may
I will love you until my dying day


Esta música pertence ao filme/musical "Moulin Rouge", uma história de amor entre um pobre poeta e uma cortesã que sonhava vir a ser famosa.
Embora também termine com um final triste como o de Romeu e Julieta, trata-se de mais uma daquelas histórias que nos fazem sonhar, entrar no mundo da fantasia, viver cada segundo do filme...


Deixo-vos apenas a letra e a versão instrumental desta bela música, deixando aqui em sugestão a visualização deste filme de 2001.

"How tired I am of this unbearable distance between us. How I long for the toll of the recess bell. Have you forgotten me? Grown mindless of me? Tell me I am not writing into an abyss. Or that is what will become of my heart..."




Amizade na ponta dos dedos

E tudo começou num comentário inocente,

Num como tantos outros.

E descobri o que é realmente,

Gostar de uma rapariga que aos poucos...

Me conquista e me cativa,

Me deixa sem palavras e sem jeito,

sem saber o que fazer,

Com vontade apenas de dizer,

Que o teu poeta de sentimentos,

É como tantos loucos...

Que só sabem pensar com o coração,

E amar como poucos!



Adoro-te...

Este poema e dedicado a uma pessoa muito especial, que entrou na minha vida de uma forma inesperada, mas que com o seu jeito de ser me cativa e me inspira a escrever desta forma. A ti minha grande amiga deixo-te este poema com a esperança que me inspires a fazer tantos outros!

"Posso ter passado muito tempo a perguntar-me porque isto aconteceu...
Posso ter dito a mim mesma que não darei mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas na minha vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas...
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações: tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está a acontecer no nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora... Soltar... Desprender-se...
Ninguém está a jogar nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Já aprendi a não esperar que me devolvam algo, a não esperar que reconheçam o meu esforço, que entendam o meu amor.
Não há nada mais perigoso que namoros acabados que não são aceites, promessas que achamos que ainda estão por cumprir, decisões que são sempre adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: todos os dias digo a mim mesma que o que passou, jamais voltará e lembro-me de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Encerrei ciclos. Não por orgulho ou por incapacidade, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na minha vida. Fechei a porta, mudei o disco... Deixei de ser quem era e transformei-me em quem sou. Tornei-me uma pessoa melhor e assegurei-me de que sei bem quem sou antes de conhecer alguém e de esperar que ele veja quem eu sou..
E nunca me vou esquecer que: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão!!!!!!!!"
(anonino)